Visões Úteis

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Criações

Desde 1994, o Visões Úteis criou cerca de 40 espectáculos de teatro e criou também para outros suportes, designadamente audiowalks, pelo que apresentamos parte deste trabalho como Performance na Paisagem.

"Little B" em estreia

 

 

Estreia: 8 de novembro de 2019

 

"Little B" é a nova criação do Visões Úteis, em coprodução com o Teatro Municipal do Porto, o Teatro Académico Gil Vcente em Coimbra e o Teatro Diogo Bernardes de Ponte de Lima.

Um espetáculo de teatro criado e interpretado por Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho e Sara Barros Leitão e inspirado na vida e biografia profissional de Mário Moutinho.

Em "Little B", porém, o que interessa não é tanto a documentação de uma vida, antes a pluralidade de vidas que uma vida pode conter; não é tanto a vida vivida por Mário Moutinho, mas a sua vida por viver; não tanto aquilo que (d)ele se recorda mas os atalhos, imprecisões e armadilhas da memória… E não é tanto o sucesso que alcançou, mas sobretudo o que sonhou e falhou fazer - porque é aí que todos nos encontramos

Estreia a 8 de novembro de 2019 no Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima, apresentando-se posteriormente em Setúbal (Casa da Cultura, dezembro de 2019), no Porto (Teatro Municipal/Rivoli, janeiro de 2020), Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente, janeiro de 2020), Sintra (Festival Muscarium, setembro 2020). 

 

M/14
Duração aproximada: 90 minutos


Direção e Texto
Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho, Sara Barros Leitão Cenografia Inês de Carvalho Sonoplastia João Martins Desenho de luz Pedro Correia Vídeo Alexandra Allen, Sara Allen Interpretação Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho, Sara Barros Leitão / Mafalda Banquart, participação especial Clara Costa, Pedro Monteiro Coordenação de produção Teresa Camarinha Produção executiva Pedro Monteiro Coordenação técnica Zé Diogo Cunha Produção Visões Úteis Coprodução Teatro Municipal do Porto, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Académico de Gil Vicente Agradecimentos Teatro de Marionetas do Porto, Ana Azevedo, Emilie Spitale

 

Última modificação em Quarta, 06 Novembro 2019 18:37

 

"Velocidade de Escape" - cartaz

design: Teatro Nacional São João

 

"É uma armadilha. Digam-me que percebem que é uma armadilha, que percebem a minha responsabilidade, que não posso deixar isto para quem vier depois de mim!"


“Velocidade de Escape”
, que toma para título a expressão que designa a velocidade mínima que um objeto sem propulsão precisa para se libertar de um campo gravitacional, é o segundo momento de uma reflexão do Visões Úteis sobre o modo como lidamos com o lastro do nosso passado e desenhamos o futuro em que nos queremos projetar, reflexão iniciada na mais recente criação “Teoria 5S” (novembro, 2017).

Estamos agora nesse futuro projetado, um espaço e tempo “ideal”, mais económico e leve, limpo do desperdício da existência humana - com as suas complexas memórias e emoções, a sua expressividade exagerada. Entramos na casa de um homem de meia-idade (Pedro Carreira) que aparentemente conseguiu libertar-se do seu lastro material e emocional, cortar os laços com o passado e assim conquistar a absoluta serenidade.

Para “passar um tempo agradável”, ele recebe dois convidados mais jovens (Mafalda Banquart e Tiago Araújo), que não conhece mas que foram selecionados por um qualquer algoritmo capaz de sugerir a companhia ideal para cada ocasião. O encontro põe à prova as reais capacidades do anfitrião para pertencer ao “maravilhoso novo mundo” leve, conciso, flexível, em que os jovens convidados parecem viver tão confortavelmente… mas revela também que, afinal, o convite escondia um objetivo sinuoso: resolver o último e embaraçante obstáculo à total libertação deste homem.

Duração aproximada: 1h

Classificação etária: M/14

Direção e Texto - Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins Cenografia - Inês de Carvalho Sonoplastia - João Martins Desenho de Luz - Pedro Correia Vídeo - Nuno Barbosa Interpretaçãoe Cocriação - Mafalda Banquart, Pedro Carreira, Tiago Araújo Coordenação de Produção - Teresa Camarinha Coordenação de Montagem - Zé Diogo Cunha Coprodução - Visões Úteis, Teatro Nacional São João

 


"Velocidade de Escape"
estreou a 16 de março de 2018 no Teatro Carlos Alberto (Porto), com apresentações ainda nos dias 17 e 18, numa coprodução com o Teatro Nacional S. João. Em maio o espetáculo apresentou-se em Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes) em conjunto com "Teoria 5S".

Continua disponível para itinerância.

Última modificação em Quinta, 06 Setembro 2018 20:32

 

"Teoria 5S" / Foto: Visões Úteis

 

"É simples: Se isto fosse explodir tudo e tivesses um minuto para agarrar qualquer coisa para salvar, o que é que salvavas?"

 

A conservação das memórias através de um arquivo morto (ou de objetos do passado) é algo que nos prende a um tempo onde já não podemos existir nem atuar. Não será, assim, o ato da destruição desse arquivo uma libertação necessária para podermos pertencer verdadeiramente ao presente e nos projetarmos no futuro, para nos podermos mover, seguir caminho? Por outro lado, sem esse espólio seremos nós ainda alguma coisa? Não será a única forma de identificação de uma pessoa a materialização daquilo que fez e experienciou no passado?

“Teoria 5S”, coprodução entre o Visões Úteis e o Teatro Municipal do Porto, foi a primeira de duas criações originais – a que se seguiu “Velocidade de Escape”, coprodução com o Teatro Nacional S. João em março de 2018 – dedicadas a esse confronto com o nosso lastro físico, e à eventual (ilusória?)  libertação que a sua destruição ou redução minimalista nos poderá trazer. 

O espetáculo, que reflete com humor sobre uma certa ansiedade reducionista (ou mesmo minimalista) dos nossos tempos, inspira-se no confronto com o arquivo que o Visões Úteis criou ao longo de mais de duas décadas, e é marcado pelo reencontro com dois atores que ocupam um lugar muito especial nesse arquivo – e na própria história do teatro do Porto -, Jorge Paupério e Óscar Branco.

Em “Teoria 5S”, um grupo de pessoas mergulha no seu arquivo comum, forçando-o aos ensinamentos e regras trazidos por uma especialista em metodologias de arrumação, organização e eficácia. Um caminho de redução material que tenta criar espaço para um futuro mais promissor, mas que vai afinal mostrar-se cheio de paradoxos, expondo fragilidades individuais e fraturas dentro do próprio grupo. Se calhar alguns de nós não cabem no futuro…?

Duração: 75 minutos
Maiores de 12 anos

Direção e Texto Ana Vitorino, Carlos Costa, João Martins Cenografia e Figurinos Inês de Carvalho Desenho de Luz Pedro Correia Banda sonora original e Sonoplastia João Martins Vídeo Nuno Barbosa Cocriação Ana Azevedo, Jorge Paupério, Óscar Branco Interpretação Ana Azevedo, Ana Vitorino, Carlos Costa, Jorge Paupério, Óscar Branco Produção Executiva Teresa Camarinha Coordenação de Montagem: Zé Diogo Cunha Apoio Adão OculistaAnjos Urbanos


Próximas Apresentações / 2019:

9 de março:Teatro-Cine de Torres Vedras


 


"Teoria 5S"
estreou a 24 e 25 de novembro de 2017 no Rivoli - Auditório Isabel Alves Costa, numa coprodução com o Teatro Municipal do Porto. Em março de 2018 apresentou-se no Mosteiro de Arouca no âmbito das Jornadas Técnicas «Novos Modelos de Gestão do Património» promovidas pela Direção Regional de Cultura do Norte. Em maio o espetáculo apresentou-se ainda nas instalações da LIPOR (Baguim do Monte) com duas sessões exclusivas para funcionários, em Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes) em conjunto com "Velocidade de Escape", e em Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente).

 Continua disponível para itinerância.


Última modificação em Quinta, 29 Novembro 2018 13:04

"Romance da Última Cruzada" / Foto: Visões Úteis

 

"Mas aquilo não era um filme, era a realidade, eram homens a sério numa guerra a sério. E a realidade é muito mais desorganizada do que um filme."

“Romance da Última Cruzada” é a segunda criação original do Visões Úteis em 2016, um ano dedicado ao eixo temático “Biografias”. Inspirado pelos diferentes modos de representar as experiências de guerra ao longo dos tempos, o espetáculo reflete sobre a forma como a representação da biografia condiciona a própria construção da memória e da identidade.

Nesta “cruzada” não se busca a verdade histórica ou qualquer tipo de redenção para a (aparentemente) inevitável atração humana pelo conflito. Antes se viaja por testemunhos, ficções, documentos biográficos e manuais de guerra, tentando desvendar a verdade sobre o momento retratado numa imagem fotográfica: a de um soldado caído em circunstâncias desconhecidas, um homem que parece lançar um apelo dramático a quem pousar nele o olhar.

Em “Romance da Última Cruzada” seguimos as fascinantes nuances que determinam a sedimentação da memória individual e da própria História, sublinhando coincidências biográficas, mas também as divergências entre os factos relatados a partir da memória individual e os que ficaram marcados na memória coletiva.

Do “Romance” de Vivian Gilbert – ator que combateu na Primeira Guerra Mundial e mais tarde se dedicou a representar a sua própria experiência –, a que o espetáculo vai beber o nome, ao Manual de Recrutamento do Estado Islâmico, dos Romances de Cavalaria às “personagens reais” do jogo “Call of Duty”, aqui se encontram (e constroem em tempo real) os retratos de muitos momentos e vidas.
Verosímeis? Talvez. Apaixonantes? Certamente!

“Romance da Última Cruzada” é uma criação original de Ana Vitorino e Carlos Costa e uma coprodução Visões Úteis / Teatro Académico de Gil Vicente / Teatro Municipal de Vila Real. O espetáculo estreou a 16 de novembro de 2016 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.


Duração:
70 minutos
Classificação etária: M12


 


"Romance da Última Cruzada"

Texto e Direção
Ana Vitorino e Carlos Costa

Conceção Plástica

Inês de Carvalho

Banda Sonora Original, Canção e Sonoplastia

João Martins

Desenho de Luz

Pedro Correia

Fotografia

Paulo Pimenta 

Soldado na fotografia

Daniel Gavina

Interpretação

Ana Vitorino, Carlos Costa e Inês de Carvalho

Produção Executiva

Sandra Carneiro

Coprodução

Visões Úteis / Teatro Académico de Gil Vicente / Teatro Municipal de Vila Real


"Romance da Última Cuzada"
estreou a 16 de novembro de 2016 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.  De seguida apresentou-se no Armazém 22, em Gaia, de 7 a 20 de novembro e, já em dezembro de 2016, na Casa da Cultura de Setúbal
Em 2017 o espetáculo apesentou-se no Teatro Municipal de Vila Real e, no âmbito da Mostra de Teatro Documental "Outras Vozes, Outra Gente" promovida pela Cooperativa Hermes, em Mortágua, Condeixa e Arganil.

Continua disponível para itinerância.


Vídeo relacionado

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Última modificação em Segunda, 07 Janeiro 2019 20:32
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