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Quando nasce um ano, ficamos sempre com medo de estragar, de não lhe saber pegar, de não acarinhar como deve ser este novo e imaculado conjunto de 365 dias.
2025 foi tanto, que é difícil saber por onde começar. É que se há uma coisa fantástica no registo compulsivo de imagens em que vivemos, é a consciência aguda de que a vida pode não ser tão curta como por vezes é acusada de ser.
Finalmente, e mesmo ao fechar o ano, a segunda edição dos cadernos REENACT NOW, está a caminho da tipografia, em mais uma parceria com a Editora Afrontamento e o CEIS20 - Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra.
Com a aproximação da pausa letiva de Natal, ARBO - um programa empenhado a unir três eixos fundamentais: o social, o educativo e o cultural - celebra a escola “com todos/as”, abrindo uma grande mesa festiva e “estendendo a toalha” para acolher os primeiros momentos de partilha intercultural entre escola e comunidade.
Sim, nós sabemos que desde o Acordo de Paris e no contexto dos objetivos da ONU, este nosso offsetting (plantar árvores para compensar o carbono que efetivamente emitimos) já não é suficiente. Afinal, sabemos lá se as árvores vão mesmo crescer ou se alguém entretanto as corta; e também as podíamos ter plantado mesmo sem ter emitido carbono, ou não?
No dia 25 novembro é a vez de Rodrigo Rebelo, barbeiro e criador de conteúdos digitais, encontrar-se com um jovem da Casa Nª Sª da Apresentação, para uma conversa moderada por Israel Costa, na sua Barbearia Palácio da Beleza.
O Visões Úteis tem uma vaga aberta para “Assistência à Direção e à Produção"
No dia 18 novembro, a chef Caroline Giandalia encontra-se com um jovem do Centro Juvenil de Campanhã na Barbearia Palácio da Beleza, numa conversa moderada por Israel Costa.
“DUPLA” é a nova criação do Visões Úteis, em coprodução com o Teatro Municipal de Vila Real e o Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery.
“Short-cut” foi o nome que escolhemos para a iniciativa NPPC (Novos Percursos para Campanhã) na edição deste ano. Traduzindo para português, quer dizer algo como “cortar-caminho” ou “atalho” - escolher uma rota mais curta em vez de outra mais óbvia, ou mais utilizada.