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Espectáculos

Espectáculos

“O público não quer peças, quer espectáculos”

Uma companhia quer falar de arte e de teatro, inventar novas formas, unir dois textos actuais há quase um século. A proposta é unir “A Gaivota” de Tchekov e “Seis Personagens à procura de Autor” de Pirandello. Mas a companhia falha. E, ao falhar, fala ao público de arte, de teatro e de pessoas.

Estreou a 29 de Junho de 2000 no Mosteiro de São Bento da Vitória no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Aveiro, Coimbra e Vila Real num total de 24 apresentações.

texto
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

a partir de
"A Gaivota", de Anton Tchekov (tradução de Fiama Hasse Pais Brandão) e "Seis Personagens à procura de Autor" e "Esta noite improvisa-se", de Luigi Pirandello

concepção e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

direcção plástica e desenho de luz
Laia Oms

execução cenográfica
Luís Baptista e Preciosa Afonso

concepção e execução da gaivota
João Calvário

banda sonora original e sonoplastia
ohmalone (Alexandre Gamelas, Ana Costa, João Pedro Martins, João Tiago Fernandes e José Miguel Pinto)

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

fotografia do cartaz
Vitor Boura Xavier/Éobra

interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Fernando Moreira e Pedro Carreira

pré-produção
Ada Pereira da Silva

produção executiva
Ágata Marques Fino

secretariado
Nuno Casimiro

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:11

“O Silêncio é uma bomba a rebentar-nos dentro da cabeça.”

"O Livro das Igrejas Abandonadas" de Tonino Guerra transformado em espectáculo-instalação numa igreja abandonada mesmo no centro da cidade. Estranhos que procuram um tempo e um espaço que não pode ser seu. Ou como temos de viajar para chegar a casa. Um trabalho sobre o tempo e o espaço da memória.

Estreou a 17 de Fevereiro de 2000 na Capela de São José e Nossa Senhora das Dores no Porto onde teve 13 apresentações.

textos
Tonino Guerra

tradução
José Colaço Barreiros

concepção, dramaturgia, adaptação e interpretação
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

vídeo arte
Maria Krejci

banda sonora original e sonoplastia
Albrecht Loops

cenografia
José Pelicano e Pelicano

fotografia
Susana Paiva

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

montagem e operação de som
Eliana Leão Valdigem

montagem e operação de luz/vídeo
Susana Paiva

confecção figurinos (casacos)
Branca Elísio

coordenação de produção
Ada Pereira da Silva

assistência de produção
Ágata Marques Fino

secretariado
Cláudia Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:11

“Agora ficaste a saber o que existia para além de ti.”

A útima produção da trilogia da punição foi trabalhada no âmbito do nosso Projecto Liberdades– levar teatro aos estabelecimentos prisionais. Escolhemos este texto para as prisões porque gostamos de Kafka, por ser o mais autobiográfico dos textos do autor e por tratar de prisões, não as de quatro paredes mas as que estão dentro de nós. Aquelas que às vezes são para toda a vida, de onde nem sempre há fuga possível nem data de libertação. Este espectáculo marcou também o início de uma forma de trabalhar, principalmente ao nível da direcção e dramaturgia, que é talvez a que melhor nos completa, nos faz crescer e ter prazer.

Criada no âmbito do Projecto Liberdades
Estreou a 19 de Julho de 1999 no Estabelecimento Prisional de Vila Real. Foi apresentada e 30 estabelecimentos prisionais e "cá fora", além do Porto, foi apresentado em Aveiro, Viana do Castelo, Ermelo, Lamas d’Olo, Macedo de Cavaleiros, Lisboa, Coimbra, Carrazeda de Ansiães, Pombal de Ansiães, Alfândega da Fé, Vila Flor e Estarreja num total de cerca de 60 apresentações.

texto
Franz Kafka

tradução
Maria Helena Guimarães

revisão da tradução
Gonçalo Vilas-Boas

adaptação, dramaturgia e concepção do espectáculo
Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira

cenografia
Pelicano e Pelicano

construção do cenário
Luís Baptista

figurinos
Miguel Barros

confecção
Maria Rosa

banda sonora original
Albrecht Loops

fotografia
Susana Paiva

grafismo
Vitor Azevedo/DeC

operação de som
João Martins/António Pedro Soares/Ana Vitorino

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

secretariado
Ágata Marques Fino

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10

“Simulando a alegria”

Na terceira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso decidimos que o texto que escolhêssemos serviria como base para dele tirarmos só o que quiséssemos, que iríamos ter uma liberdade total de jogar com ele, de o estralhaçar, pintar, cantar, tudo!
Escolhemos o poeta Al Berto e das suas palavras escritas mostrámos não como se lêem mas o que nos fazem sentir e que ambientes despertaram em nós.
Criámos uma feira de quartos na noite da cidade do mundo. Simulámo-nos. Simulámos Al Berto.

Co-produção com o Centro Cultural de Belém.
Estreou a 18 de Fevereiro de 1999 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa e Beja num total de 15 apresentações.

textos
Al Berto

encenação e dramaturgia
João Paulo Seara Cardoso

cenografia
João Paulo Seara Cardoso e Eduardo Loio

figurinos
Judite Oliveira

música original
Albrecht Loops

música adicional
The Doors e Nick Cave & The Bad Seeds

desenho de luz
António Real

fotografia
Susana Paiva

vídeo
Nuno Diogo

design gráfico
Vitor Azevedo/DeC

construção de cenário
Luís Batista

construção de mobiliário
Paulo Custódio A. Santos

operação de luz
António Pedro Soares/Ada Pereira da Silva

operação de som
Albrecht Loops/António Pedro Soares

interpretação
Alexandra Lobato, Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins, Edgard Fernandes, Pedro Carreira e Eduardo Loio

coordenação de produção e produção executiva
Ada Pereira da Silva

Última modificação em Segunda, 21 Junho 2010 16:10
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