Visões Úteis

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Since 1994, Visões Úteis has produced more than 40 theatre plays and has also created for other media, namely audiowalks, that are presented here as works of Performance in Landscape.

“A minha mulher é a inteligência personificada. É mesmo mais inteligente do que eu. Em todo o caso é muito mais feminina. Dizem.”

Na primeira vez que trabalhámos com o João Paulo Seara Cardoso fizemos esta "tragédia da linguagem" como inicialmente lhe chamou Ionesco. Criámos um mundo sem nexo, com um texto sem nexo, feito com personagens sem nexo. Surpreendentemente no fim, pelo menos para nós, tudo tinha nexo. Era mesmo a tragédia da linguagem! Aprendemos que muitas vezes se fala muito e nada se diz… ou simplesmente não interessa.

Estreou a 30 de Maio de 1996 no Balleteatro Auditório no Porto. Além do Porto, foi apresentada em Lisboa, Coimbra e Aveiro num total de 28 apresentações.

texto
Eugéne Ionesco

tradução
Luís de Lima

encenação
João Paulo Seara Cardoso

cenografia
João Paulo Seara Cardoso

figurinos
Preciosa Afonso

música
Albrecht Loops

desenho de luz
António Real

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Balleteatro

operação de luz
Ana Vitorino

operação de som
Miguel Teixeira (BT)/Lucinda Gomes

interpretação
Alexandra Lobato, Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso, Patrícia Gonçalves e Pedro Carreira

produção executiva
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:07

“Aos primeiros raios de sol, o homem riscou na terra um quadrado perfeito e começou a escavar.”

“Os ossos de que é feita a pedra” é um audiowalk criado para as instalações da Cidade da Cultura da Galiza em Santiago de Compostela, a convite da Fundácion Cidade da Cultura de Galícia (organismo criado e tutelado pela Xunta de Galicia).

Sinopse

A Cidade da Cultura da Galiza, instalada no Monte Gaiás em Santiago de Compostela, é um complexo arquitectónico desenhado por Peter Eisenmann com o intuito de albergar um conjunto de instalações dedicadas à arte e à preservação da memória daquela região: Museu Nacional, Arquivo e Biblioteca, Teatro, Centro de Arte Internacional. O processo de construção iniciou-se há mais de uma década e não está ainda concluído.
No decorrer de todo este tempo a Cidade da Cultura tem, no entanto, sido local de visitas frequentes de todas as nacionalidades (populações escolares, arquitectos, estudiosos, imprensa, etc) e foi com o objectivo de disponibilizar a este público uma visita que ultrapassasse os aspectos meramente técnicos que surgiu o convite ao Visões Úteis para a realização deste audiowalk.

“Os ossos de que é feita a pedra” leva um grupo de espectadores através de uma cidade artificial, ainda vazia de vida, mergulhando-os num ambiente que reflecte simultaneamente os futuros conteúdos da cidade e a imensidão do gesto implicado na sua construção.



“Os ossos de que é feita a pedra”
33ª criação Visões Úteis

texto e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

paisagem sonora e engenharia de som
João Martins

intervenções plásticas
Inês de Carvalho

colaboração na escrita
Nuno Casimiro

interpretação
José Barato, María Bouzas e Rocío González

produção
Xunta de Galicia e Fundación Cidade da Cultura


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Last modified on Monday, 08 November 2010 13:06

“Corremos com toda a força para o futuro e vamos tão depressa que o presente nos escapa e a poeira da nossa corrida nos esconde o passado.”

No início do segundo ano do Visões chegou ao Porto o furacão Carlos Curto para nos encenar numa peça sobre a poeira que levantamos nesta nossa fuga para a frente num mundo de excessos e clichés. Fizemos um espectáculo "Dirty" no Teatro Sá da Bandeira– espaço em que o tempo e o esquecimento deixaram marcas profundas– local ideal para uma peça que tal como todo o teatro foi efémera e depressa ficou coberta de pó nestes quatro anos que entretanto se passaram.

Estreou a 8 de Fevereiro de 1996 no Teatro Sá da Bandeira no Porto onde teve 16 apresentações.

texto
Boris Vian

tradução e encenação
Carlos Curto

cenografia
Eduardo Loio

figurinos
Preciosa Afonso

música
Da Bélio – C

desenho de luz
Carlos Curto

fotografia
Limamil

design gráfico
Eduardo Loio

registo vídeo
Carlos Curto

montagem e operação de luz
Serafim Ribeiro

operação de som
Tiago Rodrigues

interpretação
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso, Pedro Carreira e Xana Fonseca

produção executiva
Carlos Costa, Catarina Martins, Nuno Cardoso e Pedro Carreira

Last modified on Monday, 21 June 2010 16:07

“Subir aquele rio era como viajar até aos primórdios do mundo. Um rio deserto, um enorme silêncio, uma floresta impenetrável. Nenhuma alegria no brilho do sol.”

O Resto do Mundo é a segunda produção do projecto “A Caminho do Resto do Mundo”, uma reflexão sobre o nosso tempo e lugar a partir da escrita de Joseph Conrad.

Inspirados por “Heart of Darkness”, um texto que é sobretudo conhecido pela adaptação ao cinema de Francis Ford Coppola - Apocalypse Now -,  criamos um espectáculo num táxi perdido no Azevedo, o Porto para lá da circunvalação, a cidade onde não se vai.

O Resto do Mundo é um espectáculo de teatro in itinere, que dá continuidade aos audio-walks criados pelo Visões Úteis, bem como a uma reflexão – sobre a paisagem urbana – que atravessou todo o século XX - desde Dadaístas e Surrealistas, passando pelos Situacionistas e pela Land Art.

Estreou a 25 de Maio de 2007 no FITEI.

Sinopse

Marlow relata a sua viagem, rio acima, na direcção do mais remoto dos entrepostos comerciais. À medida que sobe o rio confronta-se, de forma violenta, não só com as trevas que pressente para lá das margens mas sobretudo com aquelas que vai cartografando no coração dos homens.

Evocando a recordação de Marlow, um taxista erra pela cidade ao encontro das suas trevas.

O Resto do Mundo
a partir de “Heart of Darkness” de Joseph Conrad

dramaturgia e direcção
Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins

pesquisa e documentação geográfica
João Martins e Nuno Casimiro

colaboração na dramaturgia
Nuno Casimiro

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

interpretação
Carlos Costa e Pedro Carreira

direcção técnica
entropiadesign

vídeo e documentário
Pedro Maia

projecto fotográfico
Paulo Pimenta

produção executiva
Marina Freitas e Cristiana Morais

Last modified on Thursday, 01 September 2011 15:19
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