Visões Úteis

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Displaying items by tag: Nióbio

 

Centro de Dramaturgia Contemporânea de Coimbra

 

 

Estão disponíveis no site do Centro de Dramaturgia Contemporânea da Universidade de Coimbra os textos originais das nossas criações "Nióbio""Monstros de Vidro".

Já anteriormente disponibilizados na Galeria do nosso site, e publicados conjuntamente na edição de autor "Caderno IV", estes originais juntam-se agora à (já longa) coleção de textos para teatro de autores portugueses disponibilizada gratuitamente pelo Centro de Dramaturgia Contemporânea.

Boas leituras!

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Tuesday, 26 March 2013 23:34

"Nióbio" de volta ao Porto!


        
                   Os niobianos estão de volta...

 

 

 

 

 

              ... e desta vez não vêm sozinhos!

      Pedro Abrunhosa                  Paulo Morais                 Fernando Rosas



A mais recente criação original do Visões Úteis - "Nióbio" - está de regresso ao Porto.


Logo no início de abril o espetáculo faz uma reposição de 4 dias - a 3, 4, 5 e 6 (de Quarta a Sábado) - no Teatro Helena Sá e Costa, sempre às 21h30. E desta vez conta com alguns convidados especiais...

"Nióbio" estreou em Junho de 2012 no Centro Cultural Vila Flor em Guimarães, numa co-produção com a Capital Europeia da Cultura, e fez depois apresentações em Coimbra, Porto e Aveiro.

Nesta farsa delirante, um bizarro grupo de indivíduos decide separar-se de Portugal e criar a sua própria nação a partir do espaço decadente que habita. A nova micro-nação, "Nióbio", tem de ser legitimada enquanto país independente, pelo que rapidamente se cria (inventa) tudo o que faz de um país um verdadeiro país: uma bandeira, um hino, um símbolo, uma língua, uma História, um desporto nacional... Mas, apesar de renegarem a sua cidadania original com violência, os "niobianos" são, antes de mais, portugueses da cabeça aos pés. E por isso a nova nação é construída em cima dos mesmo vícios e com recurso às mesmas soluções rápidas que ditaram o declínio de Portugal. "Nióbio", como Portugal, parece fadado a afundar-se... A única solução será firmar uma aliança estratégica que garanta a sustentabilidade a longo prazo, mas a troco do sacrifício da própria identidade nacional.

E, neste momento cheio de incerteza e contestação, em que os portugueses saem às ruas para reclamar um país novo, um país diferente, decidimos aproveitar a reposição de "Nióbio" para levar um pouco mais longe a reflexão que este espetáculo propõe em torno da identidade e da sustentabilidade nacionais. Assim, o Visões Úteis convidou algumas figuras públicas e professores e alunos universitários do Porto a assistir e comentar este "Nióbio", no final das primeiras três noites da temporada. Uma conversa informal que cruzará perspetivas de diferentes áreas da sociedade e do conhecimento; uma reflexão conjunta em torno da pergunta que anda na cabeça de toda a gente: É possível construir um novo Portugal?

3 de abril (4ªf)
Convidado: Pedro Abrunhosa (Músico)
e a presença de alunos do Instituto Português de Administração de Marketing do Porto, no âmbito da Licenciatura de Gestão de Marketing

4 de abril (5ªf)
Convidado: Paulo de Morais (Associação Transparência e Integridade)
e a presença de alunos da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, no âmbito da disciplina de Direito Internacional Público

5 de abril (6ªf)
Convidado: Fernando Rosas (Historiador)
e a presença de alunos de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto, no âmbito da área de Projeto Multidisciplinar I


Espetáculo para maiores de 16 anos
Duração aproximada: 90 minutos
Bilhetes: 3,50€ a 10€
Mais informações (Visões Úteis): 22 200 61 44 / This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it
Reservas (THSC): 22 519 37 60 / 96 163 13 82

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Friday, 15 March 2013 12:09

Apresentação do "Caderno IV" na UATIP

Esta tarde (15 de março) regressamos à Universidade do Autodidata e da Terceira Idade do Porto (UATIP) para mais uma visita com o objetivo de discutir os temas e reflexões em torno dos nossos processos de criação.

Desta feita o tema será a nossa recente publicação "Caderno IV", que engloba os textos das duas últimas criações do Visões Úteis - "Monstros de Vidro" e "Nióbio". Damos assim continuidade aos anteriores encontros com os alunos da UATIP , nos quais partilhámos os processos de construção destes dois espetáculos, ainda na sua primeira fase de escrita, aos quais os alunos tiveram depois oportunidade de assistir.

Com a apresentação de "Caderno IV" pretendemos agora debater as ligações entre estes dois textos, mas também as diferentes linguagens e abordagens cénicas que desenvolvemos para eles.
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Monday, 10 December 2012 23:46

Nova Edição - "Caderno IV"

O Visões Úteis conta já com mais de uma dezena de títulos publicados, entre edições de autor e parcerias com outras editoras, desde textos originais a adaptações, traduções e trabalhos de cariz mais documental ou ensaístico.

A partir de 2006, este esforço de constante documentação e partilha da nossa (intrinsecamente) efémera atividade passou a concretizar-se mais pela edição em suporte dvd e, nos últimos anos, pelo desenvolvimento da nossa Galeria virtual onde podem ser encontrados, consultados e/ou descarregados materiais de escrita, vídeo, áudio, fotografia, ilustração - fontes de inspiração ou resultados finais dos nossos processos de criação dramatúrgica.

Este ano, no entanto,voltamos à edição em papel para dar continuidade à coleção "Cadernos Visões Úteis" com um quarto volume que engloba os textos das nossas duas mais recentes criações: "Monstros de Vidro" e "Nióbio".

Este "Caderno IV" é uma edição de autor publicada pela Euedito - pode adquiri-lo através do site da Euedito e nalguns dos locais de apresentação dos nossos espetáculos. Em alternativa, pode descarregar gratuitamente os dois guiões que compõem esta edição na nossa Galeria virtual.
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Os niobianos estão de volta e preparam-se para tomar de assalto a cidade de Vila Real! Depois de Guimarães, Porto, Aveiro e Coimbra, a nossa mais recente criação "Nióbio" chega no próximo dia 14 de Dezembro (6ªf) ao Teatro de Vila Real. O espetáculo é às 22h no Pequeno Auditório.

Mas ainda antes, e na sequência da publicação do texto integral de "Nióbio" no nosso "Caderno IV", no dia 11 de dezembro (3ªf) às 21h participamos nas Leituras no Mosteiro promovidas pelo Teatro Nacional São João.
As "Leituras", que decorrem no Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto), já deram a volta ao mundo com sessões dedicadas à dramaturgia de diversos países. Agora é a vez da dramaturgia portuguesa, com uma sessão em torno do teatro para a infância e da dramaturgia contemporânea. Serão vários os autores presentes e os excertos lidos e comentados - e o Visões Úteis lá estará para partilhar um pouco do seu "Nióbio".
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Sunday, 02 December 2012 23:39

Nióbio [Guião]

Guião da peça homónima de 2012. Mais do que um espetáculo, é uma verdadeira nação!

Este guião foi editado como parte do nosso livro "Caderno IV", que pode ser adquirido através da livraria online da EUEDITO.

Licença Creative Commons

"Nióbio" de Ana Vitorino e Carlos Costa está publicado ao abrigo duma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Portugal License. Descarregue, partilhe, utilize e transforme. Mas exclusivamente para fins não comerciais e creditando sempre as autorias originais. E volte a partilhar eventuais obras derivadas deste mesmo modo.
Published in Original Texts
Monday, 16 July 2012 16:38

Nióbio

"Mas como é que nós vamos arranjar dinheiro para comprar salsichas? Temos alguma coisa que os alemães queiram?"



Sinopse

Numa espécie de enclave territorial, um estranho grupo de personagens decide separar-se do seu país natal e proclamar a independência de um novo Estado. A nova micro-nação, Nióbio, é constituída por três habitantes, uma banda e uma lagosta. E a banda nem sequer está completa…

Para que uma nação seja uma nação a sério tem de ter História, leis e linguagem próprias, e se nada disso existir pode criar-se rapidamente. O novo povo de Nióbio vai implementar todos os procedimentos necessários à validação do recém-país, desde a escolha dos símbolos nacionais, à relação diplomática com as organizações internacionais, passando pelas estratégias de sustentabilidade a longo prazo. Mas, apesar de todo o empenho dos seus fundadores (e únicos cidadãos), a nação de Nióbio não parece ter grandes hipóteses de futuro. Talvez porque não consegue deixar de replicar os erros que ditaram a degeneração da nação mãe.

A única salvação pode ser firmar uma aliança estratégica, formalizada através de um casamento de conveniência. Uma ótima oportunidade para exibir toda a glória niobiana, através da organização de um grande evento social e cultural. E, claro, tem de haver banquete. Nem que seja à custa do sacrifício da lagosta, único animal do país e símbolo nacional.

 

Soluções radicais, patrimoniais, políticas. Qual crise, qual quê! Os niobianos sabem como resolver, sem sacrifícios escusados nem aborrecidas negociações com a troyka. Como uma nova ilha da utopia. Tem o nosso país políticos corruptos e promiscuidades várias? A dívida portuguesa parece uma rosca-sem-fim e os nossos políticos promovem uma cultura da pobreza, seriamente aborrecida, com cortes de toda a ordem? Os niobianos encontram soluções criativas.
Basta-nos ser espectadores atentos e seguir os seus destinos com a dedicação de quem segue uma novela televisiva ou vê uma peça vicentina cheia de risos e de castigados lusos costumes.”

José Alberto Ferreira



NIÓBIO
41.ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

co-criação
Ana Azevedo

interpretação
Ana Azevedo, Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira e ainda João Martins

fotografia
Paulo Pimenta

grafismo
Manufactura Independente

coordenação técnica
Luís Ribeiro

produção executiva
Marina Freitas

assistência de produção
Helena Madeira

co-produção
Visões Úteis / Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura

duração aproximada
90 minutos

classificação etária
M/16 anos

 

"Nióbio" estreou a 7 de junho de 2012 no Centro Cultural Vila Flôr (Guimarães), numa co-produção com Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura. Ainda em junho o espetáculo apresentou-se em Coimbra (Teatro Académico de Gil Vicente), Porto (Teatro do Campo Alegre) e  Aveiro (Estúdio Performas). Está agora disponível para itinerância.

Published in Theatre Plays
Monday, 04 June 2012 23:09

"NIÓBIO" - Estreia Absoluta!

 

"Quem é que vocês acham que nos vai tentar invadir primeiro?"

 

"Nióbio" Foto de Paulo Pimenta


                                                                                                                                   foto de Paulo Pimenta         

 

Um estranho grupo de personagens separa-se do seu país e proclama a independência de uma nova nação: Nióbio! Mas o povo (três pessoas, uma banda e uma lagosta) acaba por replicar os erros que arruinaram a nação mãe. O futuro é sombrio…

A orgulhosa nova nação de "NIÓBIO" vai declarar a sua independência do opressor Portugal já no próximo dia 7 de Junho em Guimarães!

"NIÓBIO", a 41ª criação Visões Úteis, é uma co-produção com Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, e integra a programação dos Festivais Gil Vicente, que este ano acolhem ainda em estreia absoluta as criações dos portugueses João Garcia Miguel, António Fonseca e KARNART.

E é na cidade-berço, e no contexto da celebração da obra vicentina, que abrimos as portas à nossa farsa niobiana, onde traçamos o destino de um jovem país cheio de vícios e erros, importados diretamente da pátria mãe. Uma reflexão plena de humor e mau gosto, sobre a nossa própria necessidade de refundação nacional.

Depois de Guimarães, "NIÓBIO" apresenta-se ainda este mês em Coimbra, Porto e Aveiro.

  

GUIMARÃES - Centro Cultural Vila Flor
Data: 7 e 8 de Junho

COIMBRA - Teatro Académico Gil Vicente
Data:
14 de Junho

PORTO - Teatro do Campo Alegre
Data:
16 de Junho

AVEIRO - Estúdio Performas
Data:
30 de Junho

 

 

NIÓBIO
41.ª criação Visões Úteis

texto e direção
Ana Vitorino, Carlos Costa

cenografia e figurinos
Inês de Carvalho

banda sonora original e sonoplastia
João Martins

desenho de luz
José Carlos Coelho

co-criação
Ana Azevedo

interpretação
Ana Azevedo, Ana Vitorino, Carlos Costa, Pedro Carreira e ainda João Martins

fotografia
Paulo Pimenta

grafismo
Manufactura Independente

coordenação técnica
Luís Ribeiro

produção executiva
Marina Freitas

assistência de produção
Helena Madeira

co-produção
Visões Úteis / Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura

duração aproximada
80 minutos


classificação etária
M/16 anos

 

Agradecimentos: Nuno Casimiro, Marta Chantal, José Alberto Ferreira, Pedro Marques, Shirley Resende, Garagem da Lapa, Pizzeria Meidin, Hernâni, Roy Bates, Danny Wallace e a todos os que sonharam e criaram as suas próprias micro-nações.

 

Refundação ou Morte!
Visões Úteis

 

Vivemos um tempo paradoxal a vários níveis. Divididos entre uma ideia de sacrifício conjunto para a salvação nacional e a frustração que nos faz desejar partir. Entre o apoio fervoroso à nossa seleção e o desânimo quotidiano que nos diz que “este país já não tem volta”.
O convite para integrar a programação de Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura inscreve-se num outro paradoxo: aquele em que os artistas e estruturas de criação portugueses vivem atualmente, tentando desenvolver o seu trabalho num país que acolhe a Capital Europeia da Cultura no mesmo ano em que, depois de suspender os apoios ao cinema e os apoios pontuais e anuais às artes, parece preparar-se para extinguir completamente o apoio à criação artística.
Nunca como agora, no ano em que o Visões Úteis atinge a simbólica maioridade de 18 anos de atividade, o contexto de produção influenciou tanto o objeto artístico final. A reflexão sobre o paradoxo e sobre a nossa relação com a própria ideia de nacionalidade impunha-se. E encontrámos ressonância na temática dos Festivais Gil Vicente, onde esta criação se estreia, que este ano sublinham o modo como a obra deste dramaturgo se situa numa época de transição para uma sociedade que se inquieta e questiona o estabelecido.
“Chegámos a um ponto tal que só temos duas hipóteses: ou nos refundamos ou nos afundamos!”. No início do processo de criação de “Nióbio”, um membro da equipa resumia assim as ideias que nos moviam.
E foi a pensar em Guimarães, cidade-berço, e na necessária refundação de Portugal que criámos a nação de Nióbio. Um protótipo de país alternativo, nascido para se afundar às mãos dos seus estouvados cidadãos, verdadeiras personificações dos clichés que os portugueses projetam sobre si próprios.
E foi a pensar em Gil Vicente que desenhámos “Nióbio” como uma farsa, recheada de crítica aos vícios e costumes nacionais, preparada para estrear, como tantas das criações vicentinas, num grande evento celebrativo, promovido e financiado pelo Estado.
Um evento que pode bem ser o último banquete de um condenado. Num momento que pode bem ser o início de um novo país. Vivemos, sem dúvida, tempos paradoxais…
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